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Tratando-se de um país de dimensões continentais, a cuja porção terrestre se somam pelo menos outros 3 milhões de quilômetros quadrados de zona oceânica que são passíveis de exploração geológica, o Brasil sempre prescindiu das tecnologias geofísicas aerotransportadas. Em 1953 foi realizado aqui o primeiro levantamento aerogeofísico magnético-gamaespectrométrico e, desde então, em maior ou menor grau, diversas outras tecnologias foram aplicadas com fins exploratórios. Desde os primeiros magnetômetros tipo "Fluxgate", usados no início dos anos 50, até os sistemas gravimétrico-gradiométricos, que constituem o estado-da-arte das tecnologias aerogeofísicas utilizadas na exploração de recursos minerais e energéticos, uma ampla gama de metodologias foi aplicada, propiciando importante contribuição para descoberta de novas jazidas.
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